A 6ª edição do maior fórum de sustentabilidade da América Latina propõe uma articulação visceral de propostas na busca por uma nação mais participativa e consciente.
Com o objetivo de promover um amplo diálogo sobre importantes questões socioambientais do planeta, o SUSTENTAR 2013 – 6º Fórum Internacional pelo Desenvolvimento Sustentável – preparou para este ano uma edição repleta de novidades.
A 6ª Edição do maior fórum de sustentabilidade da América Latina será norteada pelo Projeto Construção de Nação Sustentável. Esse movimento vai auxiliar no planejamento estratégico nacional, articulando e integrando propostas, com a colaboração da cada setor em prol da construção de uma nação social, ecológica e economicamente mais viável.
O Projeto Construção de Nação Sustentável é constituído por um Comitê Gestor e cinco Grupos Focais: empresarial, governamental, acadêmico, ONG’s e mídia. O projeto propõe uma síntese dos compromissos assumidos na Rio + 20, a identificação de movimentos de estudos, pesquisas, documentos e projetos, que criem modelos de Nações Sustentáveis para integrá-los a uma sociedade global.
Como parte integrante do projeto, o SUSTENTAR 2013 também realizará a 2ª Edição do Prêmio Construtor de Nação Sustentável. O objetivo do prêmio é o reconhecimento dos articuladores que fomentam discussões e disseminam iniciativas exemplares. Podem ser identificados como Construtores de Nação Sustentável órgãos do governo (executivo, legislativo e judiciário), setor empresarial, mídia, setor acadêmico, centros de produção, inovação e tecnologia, ONG’s. A escolha seguirá os princípios estruturantes, que devem ser identificados e divididos por categorias como Inventividade, Potencialidade, Educação, Viabilidade e Produtividade.
A coordenadora institucional do SUSTENTAR, Jussara Utsch, enfatiza que o projeto vai colaborar na construção de uma sociedade mais articulada, responsável e protagonista na confecção de um futuro desejado e coerente com as grandes mudanças no cenário mundial. “Facilitar a organização da sociedade e fornecer estímulos com base em modelos que promovam a sustentabilidade é a nossa meta. Outro objetivo é conectar, convidar e inspirar pessoas, governos e mercados para dar concretude a um futuro sustentável e fazer a diferença na vida diária de cada cidadão”, reforça.
Para o coordenador executivo do evento e presidente da ACMinas (Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais), Roberto Fagundes, o Brasil apresenta todas as condições para liderar uma profunda mudança estrutural dos agentes sociais e estimular a cooperação e a prosperidade em direção à sustentabilidade. “É o país mais rico em biodiversidade do planeta e tem a maior reserva de água doce disponível, além de ser movido por uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo. É neste contexto, que o SUSTENTAR e o projeto pretendem firmar suas ideias”, completa.
A edição Belo Horizonte contará com cerca de 240 palestrantes, sendo vários internacionais. A programação inclui 22 eventos simultâneos, como fóruns, atrações culturais, olimpíada de sustentabilidade, feira de produtos e serviços, cursos, seminários, workshops e oficinas. A estimativa é de que oito mil inscritos passem por lá. Confirmaram presença representantes da Organização das Nações Unidas (ONU), do governo, iniciativa privada, setores empresarial e industrial, pesquisadores, ONGs, acadêmicos, estudantes e civis.
Programação
Para definir as diretrizes do conteúdo e programação do 6º Fórum Internacional para o Desenvolvimento Sustentável, o Instituto Sustentar conta com um Comitê Executivo formado por representantes de diversos setores.
Na programação, estão previstos temas como Economia Verde, Gestão de Resíduos, Biodiversidade, Água, Mudanças Climáticas, Construção e Mineração Sustentável, Direito Ambiental dentre outros.
Para o coordenador do Núcleo Petrobras de Sustentabilidade da Fundação Dom Cabral (FDC), Claudio Boechat, é fundamental levantar a discussão ao nível dos três grandes pilares do desenvolvimento sustentável, que consiste no tripé Econômico/Ambiental/Social. “Sabemos que o modelo socioeconômico e ambiental vigente é incompatível com o desenvolvimento sustentável. A escassez de recursos limitará o estilo de vida e padrão de consumo de todos. É preciso discutir esta equação em eventos como o Sustentar 2013 e encontrar novos caminhos”, ressalta.
Marcela Haddad
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